segunda-feira, 5 de abril de 2010

Fui à Cabul procurar um gênio, nada avistado, não achei nem o Aladim, muito menos Maomé. Segui em direção ao ocidente querendo atravessar o Mar Vermelho, mas ele não se abriu e tive de ir de avião ao Egito, ainda em procura da lâmpada mágica, não avistei nem faraós para me indicar o caminho.
Calhou de eu voltar para o Brasil, e não é que o gênio estava por aqui, vestido de eletricista para dispersar pedintes, pensando em ser o Charles Chaplin da cartola mágica.

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